9 de mar. de 2011

Alone in home

A casa vazia e o presente de estar só, o cigarro escondido no fundo da bolsa aparece como fonte inspiradora, o perfeito encontro entre vida e morte. Uma música depressiva compõe o fundo do cenário ainda desconcertante por conter resquícios de censura. Ainda que a brisa do mar não traga o arrepio do frio dos pólos, o canto dos pássaros convidam a uma viajem pelo mundo do sensível. Pela fumaça são despassados medos e censuras, a rejeição de si mesmo. E então o corpo se encontra em perfeita paralisia ativa, cada célula adormecida e estimulada, o mundo é percorrido pelas veias.